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18/09/2019

Principais Erros Cometidos em Ambientes Naturais

São vários erros que podem ser cometidos pelas pessoas que se aventuram nas montanhas e demais ambientes ao ar livre. A bem da verdade ninguém está livre de incidir em erros.

Alguns erros, entretanto, que em áreas urbanas seriam inofensivos, podem gerar uma situação de emergência em áreas remotas. Por exemplo, o fato de não levar uma capa de chuva (anoraque, parka) para andar na cidade na cidade, pode acarretar um mero desconforto se cair uma chuva inesperada. Já em ambientes naturais, a ausência deste equipamento pode levar até a morte por hipotermia.

Dentre tantos, DOIS fatores podem ser destacados como potenciais geradores de grandes problemas na pratica de atividades outdoor, que a seguir serão brevemente abordados.

FLUTUAÇÃO: de acordo com o Coronel QOBM Samuel Prestes, ex-Comandante do GOST – Grupo de Operações de Socorro Tático do Corpo de Bombeiros, que realiza resgates na região de montanha do Paraná, um dos principais fatores envolvendo ocorrência de pessoas perdidas é a “flutuação” (distanciamento entre os membros do grupo). Que acontece geralmente no retorno da atividade, quando o objetivo já foi alcançado, e o grupo esta com pressa de voltar. Acreditando que, como percorreram o caminho na ida, a volta não apresentara maiores desafios.

A realidade, entretanto, demonstra que a volta pode apresentar surpresas, como a confusão das vias a serem percorridas, a desorientação e o cansaço. Que podem levar o aventureiro que ficaram para trás, ou aqueles que estão muito na frente, a se desviarem da rota correta.

COMPROMISSOS PARTICULARES E DE TRABALHO: o meio de vida moderno vem exigindo, cada vez mais, a realização de inúmeras tarefas e compromissos, Muitos daqueles que se aventuram aos fins de semana, precisam estar de volta dentro de horários rígidos. Para que possam ir ao trabalho, organizar tarefas pessoas, ou colocar os estudos em dia. Esta pressão, não raro, leva o excursionista a tomar decisões precipitadas ou indevidas. Aumentando as probabilidades de um acidente.

Por exemplo, forçar a passagem pelo rio que esta volumoso por causa de fortes chuvas, ao invés de esperar o fluxo diminuir. Acelerar o ritmo na trilha para alcançar logo o objetivo e retornar, muitas vezes sem atentar que os outros que estão no grupo não tem condições de acompanhar a passada mais rápida. Relaxar nos procedimentos de segurança (Double check) durante a escalada para agilizar a cordada.

A orientação, portanto, é para que todos tenham redobrada cautela quando estiverem engajados em atividades de esporte ou turismo de aventura. Nestes cenários, pequenos descuidos podem desencadear uma seqüência de acontecimentos que podem acabar se tornando uma situação de emergência.

Obs: Este trecho foi retirado do livro "Busca e Salvamento Terrestre" de Sergio de Oliveira Netto, membro do GRM.

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